Olá!
Para você que não me conhece e que gostaria de entender o objetivo desse blog daqui pra frente, aqui vai um pouquinho de mim...
Meu nome é Fernanda, tenho 29 anos e sou do Estado de Minas Gerais. Adoro muitas coisas, mas principalmente ler, fazer amizades e trocar experiências de vida. E foi numa das minhas leituras que obtive inspiração para desejar criar um blog, pois como disse, adoro trocar experiências e conhecer histórias de vida. Então logo pensei, por que não compartilhar um pouquinho do que eu vivo também?
E ainda que ninguém nunca lesse o que eu escrevo aqui, não estaria perdida a outra função desse meu "Diário de Bordo": um espaço só meu, onde eu possa me expressar e desabafar sem julgamentos.
Então vamos lá...
Ao longo dos meus 29 anos, já me apaixonei e desapaixonei algumas vezes. Me refiro a pessoas. E confesso que depois da minha última paixão (sim, se passou, foi só uma paixão mais), que durou alguns enriquecedores anos, estive solteira por um bom tempo, me dedicando a fazer uma das coisas que gosto: conhecer pessoas. De diferentes partes e com diferentes objetivos. E até há pouco tempo eu poderia não saber o que eu queria para mim, mas estava convicta do que eu NÃO queria: relacionar-me seriamente. E a palavra CASAMENTO definitivamente não fazia parte do meu dicionário.
Pois bem... o tempo passou, e 2 dias após meu aniversário eu tive a inimaginável surpresa de conhecer um homem no gigantesco universo da internet, homem esse, meu atual namorado e futuro noivo.
Apesar de todas as coisas em comum que logo fomos descobrindo e de todas as afinidades, nunca pensei que fosse passar de uma amizade virtual. Porém, 3 meses após nos conhecermos, eu tirei uns dias de férias do trabalho e resolvi que ia viajar. Hotel escolhido, passagens reservadas e Montevidéu me aguardava. Entretanto, 1 semana antes da viagem, minha companhia (meu irmão) me brindou com a notícia que em função de suas provas na universidade, não poderia me acompanhar nessa viagem.
Viajar sozinha nunca foi um problema para mim. Ao contrário, sempre preferi e até me acostumei, pois minhas férias nunca coincidiam com as de amigos.
Então, numa dessas noites em frente ao computador, conversava com aquele "amigo" (atual namorado, que aqui chamarei de Arturo para preservar sua real identidade, rs) e lhe contei do incidente da viagem. Ele, então, sugeriu que eu aproveitasse esses dias de férias para ir conhecê-lo pessoalmente, aproveitando também para conhecer um pouco do seu país (sim, ele é estrangeiro).
Como comigo não tem tempo ruim, assim o fiz, super empolgada com o convite. E fui.
Vou pular a parte dos bonitos passeios que fiz em seu país, também sulamericano, e vou resumir dizendo que estes dias foram um verdadeiro sonho. Só não poderia imaginar que sua companhia doce e agradável, nossas conversas e todo o desenrolar dessa história fosse me levar a acrescentar ao meu dicionário a tão esquecida palavra CASAMENTO.
É o que eu penso: quando tem que ser, é. Não tem jeito. Todo o controle que temos de nossa vida, não passa de um pseudo-controle. As coisas estão nas mãos do destino. Como dizia minha avó postiça, "nossa vida muda num virar de esquina".
E hoje aqui estou, rumo ao altar...
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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